quarta-feira, 28 de agosto de 2019

32 frases que revelam o que é o Feminismo


O que é o feminismo?

Será que o feminismo é mesmo a luta pelo direito de todas as mulheres? Será o feminismo a luta para que, como dizem, toda mulher seja livre para fazer o que ela quiser?

O feminismo é um movimento com várias facetas e conflitos internos pela grande variedade de mentes que dão forma a esse ativismo. No entanto, o feminismo tem basicamente duas faces:
  1. O feminismo de propaganda
  2. O feminismo de fato, real, aquele que está na mente e dos livros das principais teóricas do feminismo desde  Simone de Beauvoir.
O feminismo de propaganda é aquele que você vê nos programas de TV, cheio de frases bonitinhas ("você é livre para ser o que quiser"); mas todo o movimento é sustentado desenhado pelos teóricas do movimento. Mulheres como a doutora em Filosofia Ti-Grace Atkinson que se correspondia com Beauvoir e a apresentou a Betty Friedan, a mais importante feminista norte-americana (e uma das que mais lutaram pelo direito ao aborto). Uma frase famosa de TI-Grace, que você jamais verá num programa de TV diz: "Feminismo é a teoria, Lesbianismo é a pratica".

São mulheres como Simone de Beauvoir, Betty Friedan e Ti-Grace Atkinson que realmente dizem o que é feminismo.

A pergunta então é: O que essas mulheres dizem que é feminismo? O que as intelectuais feministas dizem sobre esse movimento, porque elas lutam? As 32 frases abaixo fornecem algumas respostas para essas perguntas e mostram que o feminismo mostrado nos programas de TV é uma caricatura bonitinha do que o movimento realmente é.

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Eu sinto que “ódio de homem” é um ato político honorável e viável, que o oprimido tenha um direito ao ódio de classe contra a classe que os está oprimindo.
(Robin Morgan, editora da revista feminista Ms. Magazine)

O homem é um animal doméstico que, se tratado com firmeza, pode ser treinado e fazer algumas coisas.

A família nuclear deve ser destruída (…). Qualquer que seja seu significado, a separação das famílias é um processo objetivamente revolucionário.

Espero que a heterossexualidade não sobreviva, na verdade. Eu gostaria de ver uma trégua na heterossexualidade. Eu gostaria de uma anistia na heterossexualidade. Porque sob o patriarcado é uma merda.

Chamar um homem de animal é elogiá-lo. Homens são máquinas, são pênis que andam.
Feminismo é a teoria, Lesbianismo é a pratica.
O macho é um acidente biológico: o gene Y (masculino) não é outra coisa mais que um gene X (feminino) incompleto, ou seja, possui uma série incompleta de cromossomos. Por outras palavras, o macho é uma fêmea incompleta, um aborto ambulante, abortado na fase de gene. Ser macho é ser deficiente; um deficiente com a sensibilidade limitada. A masculinidade é uma deficiência orgânica, uma doença; e os machos são aleijados emocionais.
Eu quero ver um homem espancado até (ser reduzido) a uma massa sangrenta com um sapato de salto alto enfiado em sua boca, como uma maçã na boca de um porco.
Visto que o casamento constitui escravidão para as mulheres, é claro que o movimento das mulheres (feminismo) deve se concentrar em atacar esta instituição. A liberdade para as mulheres não pode ser ganha sem a abolição do casamento.
(Sheila Cronin, líder da organização feminista NOW).
Casamento é uma instituição desenvolvida do estupro como prática.
A instituição do intercurso sexual é antifeminista.
Estupro é nada mais, nada menos que um processo consciente de intimidação pelo qual todo homem mantém toda mulher em estado de medo.
(Susan Brownmiller, em Against Our Will, pág. 6)
Quando uma mulher atinge o orgasmo com um homem, ela está apenas colaborando com o sistema patriarcal, erotizando a própria opressão.
Politicamente, eu chamo de estupro sempre que uma mulher tenha sexo e se sinta violada.
(Catherine MacKinnon)
Quanto mais famosa e poderosa eu fico, mais poder eu tenho para ferir os homens.
(Sharon Stone, atriz e feminista)

Nós pensamos que... todas as feministas podem e devem ser lésbicas. A nossa definição de uma política lésbica é uma mulher identificada mulher que não transa com homens. Isso não significa a atividade sexual obrigatória com mulheres.
(Love Your Enemy? The Debate Between Heterosexual Feminism and Political Lesbianism (LYE), escrito por Sheila Jeffreys e outras mulheres do Grupo Feminista Revolucionário de Leeds)
A proporção de homens precisa ser reduzida e mantida em aproximadamente 10% da raça humana.
(Sally Miller Gearhart, em The Future – If There Is One – Is Female, livro que originou a frase “The Future is female”, popular entre feministas)
E se for para separar o estuprador profissional do heterossexual dominante médio (homem), isso pode ser principalmente uma diferença quantitativa.
(Susan Griffin, em Rape: The All-American Crime)
Se for para a vida sobreviver neste planeta, deve haver uma descontaminação da Terra. Eu penso que isso será acompanhado por um processo evolutivo que resultará em uma drástica redução da população de homens.
O tabu do incesto só pode ser destruído destruindo a família nuclear como a principal instituição da cultura.
(Shulamith Firestone, feminista - A Dialética do Sexo)

Homens que são injustamente acusados de estupro podem algumas vezes aprender com a experiência (…) sofrem muita dor, mas não é uma dor da qual eu necessariamente os pouparia.
(Catherine Comins, vice-reitora universitária)
Enquanto alguns homens usarem força física para submeter mulheres, todos os homens não vão precisar. O conhecimento que alguns homens fazem isso basta para ameaçar todas as mulheres. Ele pode espancar ou matar a mulher que ele alega amar; ele pode estuprar mulheres… ele pode molestar sexualmente suas filhas… A vasta maioria dos homens no mundo fazem um ou mais do que foi mencionado.
(Marilyn French)
Eu acredito que as mulheres têm a capacidade de compreensão e compaixão que o homem, estruturalmente, não tem. Não tem porque ele não é pode ter. Ele é simplesmente incapaz disso.
(Barbara Jordan, congressista estadunidense).
Provavelmente, os únicos lugares em que um homem pode estar realmente seguro é em uma prisão de segurança máxima, exceto pela ameaça iminente da libertação (dele).
(Germaine Greer)
O ódio de homem está em todo lugar, mas todo lugar ele é distorcido e transformado, disfarçado, tranquilizado e qualificado. Ele coexiste, nunca pacificamente, com o amor, desejo, respeito e necessidade que as mulheres também sentem pelos homens. Sempre o ódio de homem é obscurecido pelo seu gêmeo mais suave, diplomático e dúbio, a ambivalência.
(Judith Levine)
As mulheres têm suas culpas / Os homens, só duas: / Tudo que eles dizem /Tudo que eles fazem.
(Frase feminista popular em pichações)
Nós somos ensinadas, encorajadas, moldadas e embaladas para aceitar um conjunto de falsas noções sobre família. Como a fonte de algumas das nossas mais profundas experiências, ela continua a ser uma parte tão integral das nossas vidas emocionais que aparece além de crítica. Mesmo assim, se escondendo da verdade, a vida familiar deixa mulheres e crianças vulneráveis.
(Painel canadense sobre violência contra as mulheres)
Devemos tirar o poder deles [homens] para se comportarem, quero dizer, deveríamos coloca-los em algum tipo de campo [de concentração]”.
(Julie Bindel)
Minha prece para as mulheres do século XXI: endureçam vossos corações e aprendam a matar.
Em uma sociedade patriarcal, todo intercurso sexual é estupro porque as mulheres, como grupo, não são fortes o suficiente para dar consentimento significativo.
O sexismo não é culpa das mulheres. Matem os seus pais, não suas mães.
Eu quero poder explicar a um menino de nove anos, em termos que ele entenda, por que eu penso que está certo as meninas vestirem camisas que revelem a superioridade delas sobre os meninos.
(Treena Shapiro)

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sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Você é o centro de Jesus?

você é o coração de Jesus


O objetivo de nossa conversa hoje é chamar a atenção dos jovens para a importância de estarem atentos àquilo que ouvem. Como podemos averiguar a veracidade daquilo que nos é falado na Escola, na internet, na televisão, na igreja? 

Normalmente não somos treinados a averiguar de maneira crítica a informação que recebemos. Somos ensinados a não questionar nossos pais, nossos professores e nem nossos pastores. Desenvolver um pensamento crítico é aprimorar a capacidade que pensar acerca de uma informação, examinando cada aspecto para saber se aquilo é realmente uma verdade. 

Três perguntas

Como saber se o que o pastor pregou no último domingo é mesmo verdade? Como é possível ter certeza que ele foi fiel à Bíblia? O pregador faz ao longo de um sermão várias afirmações e cada uma delas pode e deve ser checada. Para isso eu sugiro três perguntas:

  1. Qual o texto bíblico que fundamenta essa afirmação? Você pode se surpreender com a quantidade de afirmações feitas em sermões que não têm qualquer fundamentação bíblica. Um pastor amigo afirmou recentemente que Raquel, a esposa de Jacó, morreu ao dar à luz seu segundo filho por causa dos ídolos que ela roubou do seu pai. Qual é o texto bíblico que diz isso? Nenhum. Em nenhum lugar há afirmação ou sugestão que aquele roubo foi a causa da morte de Raquel. Essa simples pergunta, “onde a Bíblia diz isso?”, pode mostrar que muitas pregações são enganações.
  2. Como você chegou a essa conclusão? Às vezes não há um texto bíblico que nos dá explicitamente uma informação; mas é possível construir uma argumentação e, através do exame de vários textos bíblicos, fazer uma afirmação verdadeira. Um exemplo é a doutrina da Trindade, essa palavra sequer existe na Bíblia; mas um conjunto de textos bíblicos mostra inequivocamente que há um só Deus, que tanto o Pai, como o Filho e o Espírito Santo são o mesmo e único Deus. Às vezes precisamos refazer o raciocínio da pessoa para verificar se a conclusão a que ela chegou é mesmo válida. 
  3. O que a Bíblia diz sobre esse assunto? Às vezes o pregador pode simplesmente fazer uma afirmação com aparência de verdade sem dar nenhum texto bíblico ou explicar seu raciocínio. O que podemos fazer nesse caso é verificar o que a Bíblia diz sobre aquele assunto e ver se nossa conclusão bate com a conclusão do pregador. É isso que faremos com uma pregação do Pr. Deive. 

Crítica e refutação à mensagem de Deive Leonardo

Durante um culto, o pastor Deive Leonardo fez uma afirmação que nós vamos examinar se é certa ou errada. Ele afirma o seguinte: 
Jesus é o centro. Do evangelho, Jesus é o centro.
Mas, de Jesus, você é o centro.
Do coração de Jesus, você é o centro.
Porque fomos chamados filhos. E somos filhos.
Você é importante. Tudo o que Jesus fez apontou para você. 
Ao tentar animar seus ouvintes, motivando-os para buscarem as bênçãos de Deus, Deive Leonardo fala que eles são tão importantes a ponto de serem o centro do próprio Cristo. Com isso o Pr. Deive está dizendo que nós somos a razão da vida e do ministério de Jesus, foi por nós que Jesus fez tudo o que ele fez. 

Isso é verdade? Deive Leonardo está certo? O que ele diz certamente é animador, reconfortante, motivador, mas quando se trata de uma mensagem bíblica a única coisa que importa é se ela é correta biblicamente. O que a Bíblia diz acerca do que motivava Jesus a fazer o que fazia? Qual era o centro do ministério de Jesus? Qual era a razão que o levava a agir? A vida de Jesus apontava para onde? 

Os quatro evangelho respondem satisfatoriamente essas perguntas. Selecionei algumas textos bíblicos, vejamos: 

Lucas 2:49 - E ele lhes disse: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai? 
De acordo com o texto acima qual era o centro, a prioridade, o foco, o coração de Deus? Imagino que você concorde que era “tratar dos negócios do meu Pai”. 
João 4:34 - Jesus disse-lhes: A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra. 
Jesus diz que “sua comida”, isto é, o que o alimenta, o que dá ânimo e alegria a Deus é fazer a vontade do Pai. Ou seja, o centro da vida de Jesus, sua razão para fazer as coisas é agradar ao Pai. 
João 8:29 - E aquele que me enviou está comigo; o Pai não me tem deixado só, porque eu faço sempre o que lhe agrada. 
Esse texto também não diz que nós somos o centro, o coração ou a razão de Jesus fazer o que Ele faz. Aqui Jesus diz que tudo o que ele faz só tem uma razão: agradar o Pai. O Pai celestial é o centro, é o coração e a razão de Jesus. 
João 17:4 – Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer. 
A vida de Jesus teve o propósito de glorificar a Deus. Como Jesus glorificou a Deus? Fazendo o que o Pai mandou-lhe fazer. Cada palavra e ação de Jesus não apontam para nós, apontam para seu Pai celestial. 
Mateus 26:39 – E, indo um pouco adiante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passa de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres. 
Em sua humilde oração Jesus deixa claro mais uma vez que toda sua vida é orientada ao ponto. Jesus só quer uma coisa: aquilo que o Pai quer. O alvo de Jesus está no Pai, tudo o que Jesus quer é agradá-lo. 
Lucas 23:46 - E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isso, expirou. 
Mesmo pregado na cruz, tratado como ladrão, ofendido e humilhado, ridicularizado e agredido, Jesus não permitiu que o sofrimento mudasse o centro de sua vida. É por isso que ele ora entregando nas mãos do Pai seu espírito; esta é a maneira de Jesus dizer: “Meu Pai, está pronto, terminei meu trabalho”. 

Conclusão

Nossa conclusão é que o centro de Jesus, a razão e o alvo do seu ministério era um só: fazer a vontade do seu Pai e agradá-lo em tudo. Francisco de Vizmanos, no belíssimo texto intitulado "Um Filho que vive para o Pai", resume de forma irretocável aquilo que os textos acima já mostram:
“A vida inteira de Jesus, em sua oração, em seu apostolado, em seu sacrifício diário e vicário, não se orienta a outra coisa senão à honra e ao amor de seu Pai eterno”.
Substituir Deus, colocando o homem como o centro e o alvo do ministério de Jesus é claramente errado. Somos importantes sim, mas porque somos criaturas de Deus. O amor do Criador por nós não fala de nossa importância, mas daquela infinita misericórdia que se renova à cada manhã para o nosso bem (Lamentações 3.22).

O amor de Deus não prova que somos importantes, mas prova que Deus é absolutamente misericordioso ao nos amar mesmo sendo nós miseráveis pecadores (Romanos 5.8). Tudo isso não fala de nós, não aponta para nós. Tudo isso fala do amor, da justiça e da graça de Deus. Tudo isso aponta exclusivamente para Ele. Aleluia!



***Texto elaborado em razão de um PGM-Jovem (Pequeno Grupo Multiplicador) em que conversamos sobre avaliar mensagens e músicas à luz da Bíblia.

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Sobre pastores

ilton santana submissão pastores
foto: wallhere.com


Pensando sobre algo que meu (atual) pastor escreveu, lembrei quando alguém me disse que estava com dificuldade de aceitar a liderança do seu pastor, por causa da relação com o pastor anterior e pela maneira diferente como esse exercia seu ministério. Para me deixar ainda mais perplexo, essa pessoa reforçou que não via nada de errado nesse pastor, nada a criticar, era apenas uma questão de preferencia. 

Não é desesperador? As pessoas estão escolhendo ou rejeitando seus pastores como se escolhem sapatos: a única coisa que importa é se são belos e confortáveis. Pastores deveriam ser julgados exclusivamente pela sua fidelidade à Palavra de Deus e seu amor ao Evangelho e à Igreja. Sendo assim, a única coisa que cabe aos membros das igrejas é submissão. Eu sei, a maioria odeia essa palavra; mas não há outra. “Obedecei a vossos pastores e sede submissos para com eles” – assim ordena o apóstolo Paulo. 

“Obedecei a vossos pastores e sede submissos para com eles” – assim ordena o apóstolo Paulo. 

Tive vários pastores em minha vida, todos eles muito diferentes entre si; no entanto, nunca – nem por um segundo – questionei se devia aceita-los ou não como meus pastores. Eram meus pastores e pronto. Havia divergências? Óbvio, afinal eu já era um ser pensante. Mas nunca saiu da minha boca uma tolice como “estou com dificuldade de aceitar sua liderança” com isso querendo dizer: Você não é confortável o bastante para mim. 

E é assim que muitas igrejas estão cheias de crentes rebeldes e insubmissos fingindo amor pela Igreja, fingindo devoção. Pessoas que raramente vêm à igreja, não são alunas na Escola Bíblica, algumas nem são dizimistas, mas julgam-se no direito de avaliar e questionar seu pastor, julgar os demais ministros. Se não é confortável o bastante, não serve. 

Os pastores em minha vida

Meu primeiro pastor, aquele que me batizou quando eu tinha nove anos, foi o Pr. Vicente de Ávila. Um homem extraordinário, bondoso, sempre se hospedava em nossa casa quando vinha de Buenópolis pregar em Augusto de Lima. Quando minha família mudou-se para Matozinhos, meu novo pastor era o bem mais jovem e enérgico Pr. Ronaldo de Oliveira Matias. Durante o ministério dele eu cresci, física e espiritualmente. Após a saída dele, o Pr. Jardel não poderia ser mais diferente. Baixinho e atarracado, um homem simples com práticas diferentes, mas tão comprometido como o pastor anterior. Era mais agradável ser pastoreado pelo Pr. Ronaldo? Sim. Mas, quem disse que o ministério pastoral presta-se a ser agradável? Paulo celebrou o fato de jamais ter buscado agradar os homens. 

Mas, quem disse que o ministério pastoral presta-se a ser agradável?

O Pr. Flávio sucedeu o Pr. Jardel, como este, o Pr. Flávio tinha convicções fortes, mas Flávio batia de frente, homem de bigode grosso nem de longe lembrava a doçura do Pr. Vicente ou a elegância do Pr. Ronaldo; mas eu me envergonharia demais se tivesse rejeitado ou menosprezado o ministério do Pr. Flávio por causa disso. Uma vez fui a casa dele e, sentando em sua cama, falei diretamente com ele acerca de algo que ele fizera e eu pensava ser errado. [Sempre penso em mim como mais tolo que os outros; mas ao menos nesse aspecto, eu jovenzinho, já tinha mais fibra e honra que muitos dos líderes e diáconos de hoje em dia].

O pastor que sucedeu o Pr. Flávio tem um lugar especial em meu coração. O jovem e recém-formado Pr. Atílio Patrício Braga Júnior não poderia ser mais diferente do que o pastor que o antecedera. Depois de formado em Teologia, segui para Medianeira (PR) para ser pastoreado pelo pastor e médico Lucas Davi de Souza. É difícil imaginar que característica o Pr. Lucas teria semelhante aos meus pastores anteriores. Minha posição agora era outra, ainda assim, não apenas por ser pastor auxiliar, mas também pela diferença de idade, mais uma vez eu era pastoreado por um pastor singular, muito diferente dos pastores que eu tivera até então. Mas uma coisa não mudava: Era o meu pastor. Foi assim quando, em virtude de uma interrupção no meu ministério pastoral, passei a ser pastoreado pelo Pr. Elias Figueiroa Colombeli. Talvez ele tenha algumas características em comum com os pastores Atílio e Ronaldo, mas ainda assim é tão diferente deles como foi, assim como eles, colocado por Deus para pastorear a mim. 

Uma coisa não mudou

Alguns foram mais agradáveis que outros. Alguns falaram com mais elegância, uns eram mais simpáticos e atenciosos, uns eram mais tomados por um senso de urgência, alguns eram mais enérgicos e rigorosos, com uns era mais fácil lidar, mas todos eram meus pastores e uma coisa nunca mudou: minha primeira obrigação para com eles era obediência e submissão. Simples assim.

Destaque

Porque vocês odeiam Nossa Senhora?