sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Batistas: Próximos do fim?



O que Niebuhr denunciou ainda na primeira metade do século XX pode-se ver claramente em muitas igrejas que um dia foram genuinamente batistas.

A placa de Batista permanece na fachada da igreja, mas o verdadeiro Evangelho tem sido substituído pela "unção com óleo", pelos "encontros com Deus", pelos "cultos de libertação" ou de "quebra de maldição", pela "confissão positiva" e todo esse lixo que parece sempre vir em novas embalagens.

Recentemente fui no culto de aniversário da Igreja Batista em Missal e ouvi o pregador da noite, também pastor batista, não apenas promover "a unção com óleo" e os famigerados "encontros com Deus" durante seu sermão; mas também dizer claramente que quem tem sede do Espírito deve procurar uma igreja pentecostal.

Esse tipo de ousadia antiética de uns combinada à apatia dos demais está entregando a denominação a um movimento que causa muito mais estragos entre nós batistas do que entre os presbiterianos. Não será surpresa se vermos, dentro de alguns anos, pastores e igrejas genuinamente batistas abandonando a denominação e migrando para a Convenção Batista Reformada do Brasil, por exemplo, ou tornando-se independentes.
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